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Visto de cima - Concentrador Solar Gemasolar em Sevilha

por Mäyjo, em 13.06.18

Gemasolar_Thermosolar_Plant_reduced.jpg

O Concentrador Solar Gemasolar em Sevilha, Espanha, têm 2650 espelhos heliostáticos que concentram a energia térmica do sol para aquecer o sal derretido que flui através de uma torre central de 140 metros.

O sal fundido circula então da torre para um tanque de armazenamento, onde é usado para produzir vapor e gerar eletricidade.

No total, a instalação substitui aproximadamente 30000 toneladas de emissões de dióxido de carbono por ano.

 

Fonte da imagem: DigitalGlobe

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publicado às 20:03

A casa que produz mais electricidade do que consome

por Mäyjo, em 21.05.17

foto_1

Existe uma casa do Reino Unido que consegue produzir mais electricidade que aquela que consome – e a produção energética é exclusivamente feita com recurso a painéis fotovoltaicos.

 

A casa, de três quartos, foi construída em apenas 16 semanas, perto de um terreno industrial em Bridgend, no País de Gales, e custou €177.800. A habitação foi concebida por investigadores da Universidade de Cardiff ao abrigo de um programa do Low Carbon Research Institute do Reino Unido.

A habitação está equipada com vários painéis solares que produzem energia durante o dia, que fica armazenada em baterias específicas. Adicionalmente, a habitação possui um excelente isolamento, que permite reduzir o consumo energético no inverno, e a capacidade de transferir directamente electricidade para a rede energética britânica durante oito meses do ano.

Por cada €142 gastos na electricidade consumida, a casa consegue produzir o equivalente a €248 em energia exportada, escreve o Daily Mail. A casa foi construída segundo os padrões de baixas emissões de carbono estabelecidas pelo Governo trabalhista em 2006.

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publicado às 22:11

Construção do Projeto de Energia Solar das Dunas Crescent

por Mäyjo, em 17.04.17

Construção do Projeto de Energia Solar das Dunas Crescent.jpg

Tonopah, Nevada, EUA

38°14′N 117°22′W

 

O projeto da energia solar das dunas crescentes está em construção perto de Tonopah, Nevada.

Uma vez concluído, ele alimentará até 75 mil casas durante períodos de pico de energia elétrica.

Como isso funciona? O projeto utilizará 17.500 espelhos heliostáticos para coletar e focar a energia térmica do sol para aquecer o sal derretido que flui através de uma torre de energia solar de 540 pés (160 m) de altura. O sal fundido então circula da torre para um depósito

 

 

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publicado às 23:36

JAPÃO ESTÁ A TRANSFORMAR CAMPOS DE GOLFE ABANDONADOS EM CENTRAIS SOLARES

por Mäyjo, em 07.07.15

golfe_SAPO

No final dos anos 80, os clubes de golfe japoneses foram inundados com propostas de novos sócios – algumas anualidades chegaram aos milhões de euros. Pouco depois, o boom do imobiliário financiou a construção de centenas de campos nos anos 90 e 2000 – demasiados, sabe-se agora –, o que levou a que, hoje, muitos deles estejam abandonados.

Quando o pós-Fukushima obrigou o país a investir nas energias renováveis – incluindo centrais solares flutuantes – o Japão viu nestes campos de golfe abandonados um excelente local para instalar novas centrais solares.

Na semana passada, a Kyocera anunciou a construção de uma central solar num antigo campo de golfe em Kyoto. A central começará a produzir energia em Setembro de 2017 e vai gerar electricidade suficiente para alimentar 8.100 casas da região.

Em Maio último, por outro lado, a empresa tinha já anunciado um projecto mais vasto, a construir no próximo ano, em Kagoshima, que terá 340.000 módulos solares e gerará energia para mais de 30.500 casas. O projecto, que estará operacional em 2018, vai reabilitar um campo de golfe construído há 30 anos.

A ideia japonesa já tem repercussões noutros países. Os operadores de golfe norte-americanos estão a passar por um período de maior desinteresse dos cidadãos pela modalidade, e têm reagido com códigos de vestuário mais liberais, programas para a família e mensalidades mais pequenas.

Porém, tal como no Japão, alguns campos de golfe estão condenados ao abandono. Dois deles, em Nova Iorque e no Minnesota, serão em breve transformados em centrais solares, avança o Quartz.

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publicado às 15:28

MAIOR CENTRAL SOLAR DE ÁFRICA JÁ ESTÁ EM FUNCIONAMENTO

por Mäyjo, em 24.06.15

Maior central solar de África já está em funcionamento

A nova central solar fotovoltaica de Kimberley, na província de Northern Cape, África do Sul, foi terminada dois meses antes da data prevista e já está em funcionamento, de acordo com o All Africa. A infra-estrutura, de 96MW, é a maior de África e pode produzir 180.000 MW/h de energia, o suficiente para gerar energia para 80.000 casas.

A central de Jasper está localizada num parque solar que inclui ainda um outro projecto de 75 MW. Prevista está também uma torre concentrada solar termal, com 100 MW, que fará parte do REIPPPP – Renewable Energy Independent Power Producer Procurement Programme. Paralelamente, uma percentagem do total de receitas da central de Jasper reverterá para um outro programa que beneficiará as comunidades locais.

“Para além de ajudar a África do Sul a atingir as suas necessidades de electricidade, o projecto da central da Jasper trará benefícios duradouros para a região”, explicou Kevin Smith, CEO da SolarReserve.

A central tem mais de 325.000 módulos fotovoltaicos e tem entre os seus parceiros o Google – esta é, na verdade, a primeira incursão da multinacional norte-americana nas energias renováveis em África.

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publicado às 08:51

NOVO PROCESSO UTILIZA ENERGIA SOLAR PARA PRODUZIR MATERIAIS FOTOVOLTAICOS

por Mäyjo, em 03.06.15

Novo processo utiliza energia solar para produzir materiais fotovoltaicos

A verdadeira independência energética pressupõe que, um dia, possamos fabricar um sistema de recolha energias renováveis, solar ou outra, enquanto utilizamos infra-estruturas desenvolvidas com esta energia. É isso que acontece neste novo processo desenvolvido por investigadores da Oregon State University, que produz materiais para a energia solar através de… energia solar. O processo poupa tempo e custa menos que os processos actuais.

De acordo com o Treehugger, o novo processo baseia-se num processo de produção contínuo: a energia solar aquece os materiais num fluxo contínuo, gerando uma tinta fotossensível que pode ser usada para imprimir os painéis solares – de filme fino.

O novo método é mais rápido que os processos actuais – consegue produzir materiais em minutos quando, no sistema actual, eles podem demorar várias horas a serem produzidos. Como o tempo é dinheiro, isso quer dizer que o novo processo é também mais barato.

Estas células solares são também 20% mais eficientes do que as tradicionais, ainda que os resultados tenham sido garantidos, apenas, em laboratório. Esta nova técnica também permitirá aos designers e investigadores mais soluções para utilizarem a energia solar em novos produtos e ideias.

Foto:  Sean MacEntee / Creative Commons

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publicado às 17:19

MOLÉCULAS PODEM ARMAZENAR ENERGIA SOLAR INDEFINIDAMENTE

por Mäyjo, em 22.05.15

Moléculas podem armazenar energia solar indefinidamente

A energia solar caminha a passos largos para o microscópico: cientista do MIT e Universidade de Harvard encontraram uma forma de armazenar energia solar em moléculas que podem ser usadas para aquecer casas, água ou para cozinhar.

Estas moléculas podem armazenar o calor para sempre e ser utilizadas indefinidamente, não emitindo gases com efeito de estufa. Ainda que a investigação ainda esteja no início, os testes de laboratório já demonstraram a viabilidade do fenómeno, denominado photoswitching.

“Há moléculas, conhecidas como photoswitching, podem assumir duas formas diferentes, como se tivessem uma dobradiça no meio”, explicaram os investigadores num comunicado publicado no jornal Nature Chemistry. “Expô-las à luz permite-lhes absorver a energia e mudar de uma configuração para a outra, que depois fica estável durante um longo período de tempo”.

Para libertar essa energia, basta expor as moléculas a uma pequena quantidade de luz, calor ou electricidade, e depois mudar para a outra forma. “De facto, elas comportam-se como baterias carregáveis: tomam a energia do Sol, armazenam-na indefinidamente e depois libertam-na a pedido”, explicou o Nature Chemitry.

Segundo o The Atlantic, esta tecnologia poderá ser utilizada em países onde as pessoas ainda usam lenha para cozinhar, o que cria níveis perigosos de poluição atmosférica dentro de casa, leva à desflorestação e contribui para as alterações climáticas.

“Para cozinhar, basta deixar o aparelho ao sol durante o dia”, explicou Timothy Kucharsk, líder da investigação. Outra das versões do aparelho pode ser utilizada para aquecer edifícios. Kucharski disse ainda que o MIT e Harvard procuram agora investigar molécula que possam absorver mais do que a energia do Sol, para que possam ser mais facilmente utilizadas.

Foto:  Moyan_Brenn (back soon, sorry for not commenting) / Creative Commons

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publicado às 16:33

...

por Mäyjo, em 03.05.15

Desert Sunlight Solar Farm

California, USA.jpg

Desert Center, California, USA

33°49′30″N 115°23′30″W

 

O Sunlight Desert Solar Farm é uma central fotovoltaica localizada no deserto do Mojave, na Califórnia.

Cobrindo 16 quilómetros quadrados, com 8,8 milhões de módulos solares Telluride de cádmio, é a maior "fazenda" de energia solar fotovoltaica do mundo.

 

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publicado às 14:23

UZBEQUISTÃO: UM FORNO SOLAR QUE PODE DERRETER METAL

por Mäyjo, em 29.04.15

Um forno solar uzbeque

 

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publicado às 15:36

Visto de cima

por Mäyjo, em 19.04.15

Cellino San Marco Solar Park

Cellino San Marco, Italy.jpg

Parque Solar Cellino San Marco 

Cellino San Marco, Itália

40.455872375°, 17.880264669°

O Cellino San Marco Solar Park, localizado no sul da Itália, foi concluído com um custo de construção de 203.000.000 € e é composto por 600.000 módulos solares. 

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publicado às 22:08


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